quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Gina - A Justa Medida do Protagonismo.

arquivo pessoal



Vai lá e faz...e aí Gina vai sempre funcionando assim. Tomando iniciativas. Dando passos primeiros. Sem saber se o solo é firme ou pantanoso. Correndo riscos de grandes alegrias ou vácuos de tristeza; sabendo que, bom ou mau, tudo passa. Nunca foi boa planejadora nas interações humanas. Vai lá e faz. Vai lá e fala. Vai lá e sente. Vai lá e busca. Às vezes ganha. Às vezes perde. Mas nunca com a sensação de perda de tempo. Às vezes se excede.
Gina nunca se afoga, sabe nadar. E de tanto treino, aprendeu a não desesperar. Aprendeu a esperar sem esperar. A não temer o ridículo. E em razoável medida, a avançar sem atropelar. A lidar com a saudade não como sina, mas como coisa bonita. Gina não sabe ser vítima. Gina pouco olha pra trás, senão para revisitar as tais coisas bonitas. Gina gosta de janelas. Dela quase sempre viu chegar as coisas mais belas. Até parou com suas aquarelas. Tão linda a sua janela. Aos menos, aos olhos dela. 



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