sábado, 29 de dezembro de 2012

Meus sonhos de telescópio.

Ah, aquela Estrela!

E de uma janela ao Sul de mim
Vi brilhar uma rósea Estrela
A iluminar o céu carmesim
Já transbordado de tanta beleza
No cair da tarde cálida
Vi um horizonte de águas plácidas
Feito buraco de fechadura que guarda tesouros
Anunciando um "Tempo-Bebê-Vindouro"
O pó das Estrelas findas deixou um rastro
Que fala bem assim: Doce de Milho,
Fome de livros, Sede de Amor
Singelezas sem fim
Venha, Ano Criança, venha para essa dança
Pois sou toda Esperança
de rotas em novas andanças
Ao Ano Cansado que vai
Fica meu muito obrigado
Pois das pimentas colhidas
Acolho seu aprendizado
Não levarei rancores, não me vestirei de dores
Sou hoje a leveza da pluma
Ávida por novas cores.

(Aos amores/amigos todos, idos e anunciados, deixo aqui meu muito obrigado)

Força Estranha (e bela...)

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