domingo, 20 de janeiro de 2013

Da Gratidão - para José de Arimatéia

arquivo pessoal

Quando estava por um fio de abdicar de tintas e escritos, eis que palavras me foram ofertadas.
Delator de meus devaneios impressos quando eu, tímida, me escondia nesse espaço róseo...
Como se dissesse: "Siga, Claudia, siga!", em dias de alma remendada.
Viajamos metaforicamente com e através de Poesia para outros continentes, sem passaportes ou amarras.
Ganhei em Meu Natal mensagens de Afeto gratuito, que espera no máximo um sorriso, quando tudo cala.
Quando pareço cansada, eis que você surge, sutil feito brisa, enfeitando a madrugada.
É que São Paulo não é só concreto...lá existe alma. Gente que me lê para além da palavra...
essas que agora me fogem...(em minha cabeça, como um mantra: Gratidão, Gratidão, Gratidão...)
E mais (tudo!) nada...

(Gosto de você desde sempre, amigo das Iluminuras)


Para você, José. 





2 comentários:

  1. Ainda bem que este teu amigo te convenceu a não desistir.
    Tu tens um jeito muito bonito e verdadeiro de escrever. Não te perca de ti guria!

    E obrigado, José de Arimatéia!

    ResponderExcluir
  2. Grata por ter chegado, Emily! Pessoas assim,como você, deixam a vida mais doce.

    ResponderExcluir