quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

O fabricante de asas.

imagem colhida no google-lindo e oportuno achado.


Era uma vez um "menino anjo" cujo nome de sonoridade russa era quase impronunciável. Um dia ele cresceu, mas não lhe brotaram as asas, coisa que não se fez problema. Passou a construir asas metálicas, dessas que transportam sonhos. Assim como Santos Dumont, ele desafiou o impossível. E seguiu na linda missão de dizimar saudades de além mar.

Micro conto de Claudia Tonelli.

























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